Jogo incremental de mineração em que bolas abrem caminho até o único pixel dourado escondido entre 10 milhões. Chega em 13 de novembro de 2026 ao PC.
Sobre o jogo
Em 10 Million Pixels, quem paga as bolas é o próprio cenário. Cada pixel quebrado entra no caixa e banca o próximo arremesso. Com milhares de bolas em cena, o estúdio BATTLE LAB promete taxa estável de 60 quadros por segundo ou mais.
As bolas
Com a bola verde, o estrago continua depois do impacto: o veneno passa do pixel atingido para os vizinhos e corrói o terreno com o tempo. A vermelha atinge uma área em volta do ponto onde bate, enquanto a azul só anda em linha reta, na vertical ou na horizontal.
São sete cores, cada uma com seu jeito de cavar. As novas se destravam com pixels especiais, garimpados na exploração, que também melhoram as habilidades.
O mapa
O nome do jogo é a medida do mapa, que tem 10 milhões de pixels gerados de forma procedural a cada partida. A escavação desenterra objetos sólidos feitos à mão pelo estúdio, e em algum ponto desse terreno está o único pixel dourado.
Lançamento
Desenvolvido e publicado pelo BATTLE LAB, de Mora, na Suécia, o jogo chega em 13 de novembro de 2026 ao PC, pela Steam. É um incremental curto, nas palavras do estúdio, para um jogador avançar no próprio ritmo, com opção de usar só o mouse.
Os textos saem em inglês, japonês e chinês simplificado. Pulsewith, nome artístico de Justin Skomarovsky e autor da trilha de The Loopler, compõe para o jogo. O BATTLE LAB destaca ainda que tudo foi feito por gente, sem conteúdo gerado por inteligência artificial.
Para quem gosta de ver um mapa inteiro ceder bola após bola, a caça ao pixel dourado começa em novembro.