Simulação de garimpo na corrida do ouro do Alasca de 1896, com minas, caça, frio e negócios para tocar. Chegou em 14 de abril de 2026 ao PC.
Sobre o jogo
Uma picareta, um trenó puxado por cães e o Alasca de 1896 inteiro pela frente. Em Alaska Gold Fever, da polonesa Baked Games, estúdio de Prison Simulator, o garimpeiro arranca o ouro da rocha, derrete o metal em barras e faz do lucro um negócio cada vez maior.
Na mina
Pó, flocos e pepitas pedem refinos diferentes antes de virar a barra que o banco compra. As nove minas vão das pequenas, para idas rápidas, a uma grande de vários níveis, e escorar bem os túneis garante a segurança de quem cava. Materiais raros e pedras preciosas deixam as ferramentas mais fortes e rápidas.
A fronteira
O frio aumenta à medida que o mapa avança para o interior. Roupa quente, comida da fogueira e descanso dão fôlego, e a caça rende carne, couro e peles para as oficinas. A história principal divide espaço com missões paralelas, tesouros escondidos, com personagens como o pastor da cidade.
Os negócios
Com o caixa cheio, entram na conta fazendas, um hotel para viajantes e novas minas, tocados por funcionários contratados. Nas minas maiores, mineiros assalariados garantem a renda enquanto o jogador sai para explorar.
Lançamento
Alaska Gold Fever chegou em 14 de abril de 2026 ao PC, pela Steam, com textos em português do Brasil. Desde então, ganhou de graça uma serraria e a atualização Homecoming, que traz a família do protagonista para o Alasca, e a DLC Bandits, com gangues de foras da lei e uma destilaria clandestina. As versões de PlayStation 5 e Xbox foram anunciadas em julho e ainda não têm data.
Para quem sonha com a corrida do ouro e gosta de ver um negócio crescer, Alaska Gold Fever oferece um Alasca inteiro para garimpar.