Survival horror em pixel art 2D do estúdio britânico 171Dev, com tiro, quebra-cabeças e uma conspiração zumbi. Chega em 8 de outubro de 2026 ao PC.
Sobre o jogo
Anoitece numa cidade que já foi de gente, e o que caminha pela rua deixou de ser. Resta uma espingarda de bombeamento, munição contada e a escolha entre atirar ou passar sem fazer barulho. E sair vivo da noite é só metade do trabalho.
O que houve na cidade
Por trás do surto há uma conspiração, e desmontá-la é o fio que puxa a campanha. A verdade vem em pedaços, deixados nos cenários e nas conversas com outros sobreviventes, e cada encontro rende informação nova junto com a dúvida sobre de que lado a pessoa está.
Atirar, vasculhar, resolver
Os recursos são contados, então vasculhar cada sala rende tanto quanto mirar bem, e o inventário obriga a escolher o que levar. Portas trancadas e enigmas de lógica e de cenário seguram a passagem, e o mapa convida a voltar a áreas já visitadas com o que se descobriu depois.
A apresentação é toda em pixel art de visão de cima, e os efeitos de iluminação fazem boa parte do clima. A campanha é dedicada a um jogador e traz dificuldade ajustável, então cada um escolhe o quanto quer de pressão.
Lançamento
Extinction Zone chega em 8 de outubro de 2026 ao PC, pela Steam, em versões para Windows e Linux. Quem assina é a 171Dev, estúdio britânico dedicado a jogos de aparência retrô, que também publica o título. Os textos estão em inglês, e uma demo gratuita está na Steam desde 27 de janeiro de 2026.
Quem guarda boa lembrança do survival horror antigo, daquele que pedia mapa na cabeça e bala no bolso, tem em outubro uma noite inteira para atravessar.