Plataforma de precisão em pixel art, com um drone que corre contra o relógio em 100 fases. Chegou em 16 de abril de 2026 a PC, PS5, Xbox Series X|S e Switch.
Sobre o jogo
O lema do jogo é um só, seja mais rápido, e Nullstar: Solus, do estúdio australiano Smash Attack, cobra isso em cada uma das 100 fases. O jogador pilota um drone por corredores de uma megaestrutura em ruínas, que a vegetação vai tomando de volta, entre armadilhas e as defesas automáticas de um mundo morto.
Garimpo corporativo
As nullstars são a energia que move planetas inteiros, e uma delas fora de controle basta para destruir um mundo. Megacorporações contratam arquivistas para achar planetas perdidos e recolher o que sobrou dessas fontes, e é para isso que o drone voa. A história aparece aos poucos, em registros de voo decifrados, com a participação da roteirista convidada Alanah Pearce.
Voo e cronômetro
O drone vai para qualquer lado, mas o tempo bom depende do sistema de rota de voo. Com os propulsores desligados na hora certa a nave embala, e o freio aéreo a faz deslizar de lado nas curvas. O estúdio cita Lunar Lander, Super Meat Boy e Disc Room entre as inspirações.
Cada fase dá até três medalhas, que liberam entradas do códex, naves novas, visuais e fases mestras, versões remixadas das anteriores. O ranking global guarda os melhores tempos.
Lançamento
O jogo chegou em 16 de abril de 2026 ao PC, ao PlayStation 5, ao Xbox Series X|S e ao Nintendo Switch, no mesmo dia, publicado pela indie.io. O jogo está em inglês. A trilha sombria, de Alec Shea, conta com Amelia Jones e com os vocais de Mariya Anastasova, entre o canto tradicional búlgaro e o lírico.
Para quem vive de recorde pessoal, Nullstar: Solus tem 100 fases e um cronômetro à espera da próxima tentativa.