Aventura de quebra-cabeça de Jonathan Blow, o criador de The Witness. Chega em 8 de outubro de 2026 ao PC, ao PlayStation 5 e ao Nintendo Switch 2.
Sobre o jogo
Uma rainha, um mago, um ladrão, um guerreiro e um barco que fala ainda não se conhecem. Cada um habita um canto diferente de um reino encantado, e cada canto ensina um jeito próprio de resolver um enigma. A graça começa no dia em que esses cantos se encontram.
Quatro mundos que colidem
No começo os quatro mundos correm em paralelo, e as regras aprendidas em um funcionam só ali dentro. Depois eles se combinam. Uma solução que servia apenas num deles passa a resolver problemas do outro lado do mapa, e o jogo começa a pedir ideias que misturam os dois.
Mil quebra-cabeças
São mais de mil desafios feitos à mão, e o mapa fica aberto o tempo todo. Um enigma que não sai pode esperar: dá para ir cuidar de outro reino e voltar quando a ideia chegar. A página oficial estima mais de 500 horas de jogo para quem quiser ir até o fim.
Dez anos depois de The Witness
Jonathan Blow levou uma década no projeto desde The Witness, e não trabalhou sozinho. Ele chama o método de supercolisor de game design: reunir num mundo só as ideias de vários criadores de quebra-cabeça, entre eles Alan Hazelden, Sean Barrett, Jonah Ostroff, Patrick Traynor, Marc ten Bosch e Zach Polansky.
Lançamento
Order of the Sinking Star chega em 8 de outubro de 2026 ao PC, ao PlayStation 5 e ao Nintendo Switch 2, desenvolvido pela Thekla e publicado pela Arc Games. A campanha é para um jogador, e o texto sai em 11 idiomas, com legendas em português do Brasil. Na Steam há uma demo gratuita, e o progresso feito nela segue para o jogo completo.
Para quem gosta de encarar um enigma e ficar ali até a ficha cair, outubro reservou um mundo inteiro feito disso.