Aventura de quebra-cabeça de ficção científica em que a luz de um holofote é a chave de cada sala. Chega em 18 de dezembro de 2026 ao PC e ao macOS.
Sobre o jogo
Num templo alienígena esquecido há eras, um robô zelador segue de câmara em câmara levando a planta que ama. O jogador acompanha a dupla com um holofote, e é a luz que guia Fig, abre passagem e faz o templo mostrar o que guarda.
A luz como ferramenta
O holofote funciona como uma caixa de ferramentas. Na luz negra, ele serve de lente e de isca. Mostra as pistas dos enigmas e pedaços da história, e mexe com os bichos do templo, que correm para a luz ou fogem dela. No modo Focus, o facho queima barreiras e espanta predadores.
Cada câmara reage aos modos de um jeito, e a sala só fica para trás quando o robô e a planta saem dela inteiros. São dezenas de salas, cada uma com o seu enigma.
Uma história nas paredes
A história do Trellis está gravada no próprio templo, à espera de quem ilumine o canto certo. Pedaço por pedaço, ela fala de robôs com fé própria, de um tempo medido em eras e da disputa entre o que nasce vivo e o que é fabricado. E o herói improvável dessa história é justamente um zelador de planta.
Lançamento
Trellis chega em 18 de dezembro de 2026 à Steam, para Windows e para Macs com processador Apple Silicon, com desenvolvimento e publicação da Team Trellis. A aventura é para um jogador, com textos em inglês.
Para quem gosta de enigmas com cara de ficção científica e de um herói apaixonado pela própria planta, a luz acende em dezembro.