Sobrevivência pirata em mundo aberto, com batalhas em terra e no mar e co-op para até oito. Chegou em 14 de abril de 2026 ao PC, em acesso antecipado.
Sobre o jogo
Em Windrose, da Kraken Express, o jogador é um capitão disposto a enfrentar o Barba Negra. A vingança abre uma aventura de sobrevivência numa Era da Pirataria alternativa, em que impérios, clãs piratas e forças sobrenaturais disputam o mesmo arquipélago.
Terra firme
Em terra, a rotina é coletar, fabricar e erguer uma base, que pode crescer até virar mansão ou forte. Quem é recrutado pelo caminho vira mão de obra no povoado. Mais de 90 pontos de interesse feitos à mão, masmorras entre eles, se espalham por cerca de 30 ilhas geradas por procedimento.
Espada e pólvora
O combate é no estilo soulslite, com aparadas, esquivas e golpes encadeados. O arsenal vai do sabre à alabarda, com pistola e mosquete para a distância. Talentos e armaduras ajustam a build, e comida e poções reforçam o capitão antes de cada chefe.
Alto-mar
No mar, a briga se decide no canhão ou na abordagem, a bordo de um dos três navios disponíveis, do ketch à fragata. Do convés para a praia, a passagem é direta, sem corte. A aventura vale solo, até offline, ou em cooperativo para até oito jogadores, em servidor próprio ou dedicado.
Lançamento
Windrose chegou em 14 de abril de 2026 ao PC, em acesso antecipado na Steam e na Epic Games Store, e passou de 2 milhões de cópias vendidas em um mês, segundo o estúdio. No Japão, quem publica é a Pocketpair, de Palworld. A versão atual tem três biomas e uma história principal de 50 a 70 horas, com textos em português do Brasil. A 1.0 deve levar de um ano e meio a dois anos e meio, segundo a Kraken Express.
Para quem sonha com bandeira negra e tripulação de amigos, o arquipélago de Windrose está à espera.