Roguelike de estratégia de Michael Brough sobre invadir servidores de megacorporações, sequência de 868-HACK. Chegou em 28 de maio de 2026 ao PC e ao macOS.
Sobre o jogo
As megacorporações sabem demais sobre todo mundo, e em 868-BACK dado vale como dinheiro. O hacker do jogo invade os servidores delas para levar esse tesouro, com um arsenal de programas tirados do próprio código das empresas, e cada servidor vencido deixa a campanha mais perto do Mainframe.
Como se joga
Michael Brough partiu da fórmula dos dungeon crawlers e trocou a masmorra pelo servidor. Os progs, como o jogo chama os programas ilícitos, são os poderes do hacker. Ele agora tem direito a algumas desconexões antes de voltar à estaca zero, uma folga nova em relação ao 868-HACK, de 2013.
Enfrentar as megacorporações ou passar longe delas é decisão de quem joga, e nem os personagens que dão conselhos concordam entre si. Segundo Brough, há metas para todo nível de ambição, do primeiro servidor vencido ao Mainframe, e dali em diante aos recordes do placar online.
Do autor de 868-HACK
Nas palavras de Brough, é o maior jogo que ele já fez. Fã da narrativa dos games dos anos 1980 e do começo dos 1990, ele conta o mundo pelas beiradas: o enredo mora nos anúncios das corporações, nos nomes, nas descrições e nas canções. A música, o texto e as vozes têm a parceria de YAKFOX.
Lançamento
O jogo chegou em 28 de maio de 2026 ao PC e ao macOS, publicado pela Finji, de TUNIC e Night in the Woods. Está à venda na Steam, na GOG, no itch.io e na Humble, com textos em inglês, e a demo gratuita segue disponível na Steam.
Para Brough, hacker e jogador têm a mesma vocação, a de achar o buraco nas regras de um sistema. O Mainframe espera quem encontrar o seu.