RPG tático por turnos num oceano pós-apocalíptico, com morte permanente, do estúdio brasileiro Crit42. Chegou em 14 de maio de 2026 ao PC.
Sobre o jogo
Toda partida começa com um mar por mapear. A Tale of Silent Depths gera um oceano novo a cada tentativa e põe o jogador no comando de uma Arca, base submarina onde vivem os sobreviventes de um mundo que afundou.
Drones em combate
Nos combates por turnos, a força da Arca está nos drones. A frota muda de cara a cada partida e enfrenta de piratas e Arcas rivais a criaturas do fundo do mar. Com morte permanente, escolher a briga certa vale tanto quanto vencê-la.
O capitão que quiser ser
Comerciante, explorador, sucateiro, pirata ou um pouco de cada: segundo Eduardo A. Santos, fundador e diretor criativo da Crit42, o caminho é escolha do jogador. No mar há ruínas a explorar e facções com quem negociar ou brigar.
O diretor do oceano
Quem escolhe o perigo da vez é o diretor de IA, sistema de ritmo que Eduardo compara ao de Left 4 Dead: conforme a viagem avança, ele decide quais ameaças cruzam o caminho da Arca. A novidade, conta ele, é um modelo de linguagem pequeno, que roda offline no computador e ajuda nessa escolha. Toda a arte e toda a narrativa, segundo Eduardo, são obra da equipe, e quem preferir o diretor tradicional, só com regras, marca a opção nas configurações.
Lançamento
O jogo chegou em 14 de maio de 2026 ao PC, pela Steam, depois de seis anos de desenvolvimento, com textos em português do Brasil. Em julho, a atualização 1.1.0 espalhou povoados e comboios de mercadores pelo mar. Eduardo também escreveu um livro sobre o passado de Wilhelminne Brooks, uma das protagonistas, Profundezas Silenciosas: A Garota que Via Além.
Para quem gosta de tática por turnos e de mistério no fundo do mar, a Arca espera seu capitão.