Plataforma narrativo sobre trauma e memória, da cocriadora de Orwell. Chegou em 28 de maio de 2026 ao PC, ao PlayStation 5 e ao Xbox Series X|S.
Sobre o jogo
Um carinho no gato e o blues de Blueberry, a tristeza que ela carrega pela vida, vai a zero. Outras horas pedem jogo de cintura: na adolescência, uma briga com a mãe vira um duelo de palavras em que é preciso segurar o blues lá embaixo.
A Torre da Vida
Subir a Torre da Vida é atravessar a trajetória de Blueberry, do nascimento à morte, em plataforma 2D com quebra-cabeças e minijogos que contam a história. Com a idade vem a chance de revisitar o passado, e as lembranças antigas ganham outra leitura, até que aparecem as que estavam escondidas. Diálogos com ramificações levam a mais de um final.
A história fala de trauma entre gerações, maternidade e perdão, e também de saúde mental, depressão, dependência e suicídio, temas que o estúdio sinaliza na Steam.
Quem fez
Por trás do jogo está Melanie Taylor, cocriadora dos dois Orwell e fundadora da Mellow Games. Ela começou o projeto em 2019, e a primeira ideia, conta no site do estúdio, era um jogo sobre alguém que fica na cama. Screen Queensland e Film- und Medienstiftung NRW financiaram o jogo, e a Hidden Trap assumiu a publicação em 2025. No fim daquele ano, Blueberry ganhou um dos prêmios de impacto social do 17º Unity Awards.
Lançamento
O jogo chegou em 28 de maio de 2026 ao PC, pela Steam, ao PlayStation 5 e ao Xbox Series X|S, e em 12 de junho ao Nintendo Switch. Uma atualização de 1º de outubro somou espanhol, russo e catalão ao inglês e ao alemão da estreia na Steam, e os três idiomas também aparecem na versão de Xbox.
Para o estúdio, é uma experiência curta, de uma ou duas noites, e a torre de Blueberry espera quem quiser subir com ela.