RPG de ação medieval em que o rei julga e vai à luta, obra solo da alemã Dadi Entertainment. Chega em 7 de dezembro de 2026 ao PC em acesso antecipado.
Sobre o jogo
Em Dadi Kingdom, governar e lutar cabem no mesmo dia. A manhã é de audiências no salão do trono, onde cada caso decidido mexe com o tesouro e com a simpatia do povo, da Igreja e dos magos. Fora do palácio, quem pega a estrada de escudo e espada é o rei em pessoa.
Corte e masmorra
Três sentenças estão à mão do rei: liberdade, multa em ouro ou masmorra. Os presos podem partir em missões ou cumprir pena no Golag, o campo de trabalho que dá lucro à coroa, e réu solto às vezes volta ao salão como reincidente.
Pelo reino
Da aldeia agrícola de Veldhein às terras nobres de Fernlande, o mapa guarda até um navio pirata encalhado no deserto. Na história principal, um sinal achado sob um altar precisa ir para a Igreja, que retribui com arco e flecha, ou para os magos, que entregam a bola de fogo, e o rei fica com um dos dois dons até o fim.
O tesouro presta contas ao fim de cada dia, e pagar pontualmente a Igreja e os magos rende a simpatia dos dois. E como todo rei envelhece, é o herdeiro que mantém a dinastia de pé.
Lançamento
Dadi Kingdom chega em 7 de dezembro de 2026 ao PC, em acesso antecipado na Steam e na Epic Games Store, com demo gratuita nas duas. Segundo o estúdio, a estreia já traz o jogo inteiro, e a fase serve para polimento e equilíbrio. Feito em Unreal Engine 5.6, o jogo é obra de uma pessoa só, Mario Nötzold, da Dadi Entertainment, em Würzburg. Segundo a Steam, as vozes, em alemão, inglês e espanhol, e as traduções, que levam os textos a 13 idiomas, português do Brasil incluído, foram feitas com ferramentas de IA.
Para quem gosta de RPG em que cada escolha pesa, dezembro tem uma coroa esperando dono.