Quebra-cabeças e terror psicológico num computador dos anos 90, estreia do estúdio mexicano Recurring Dream. Chegou em 17 de julho de 2026 ao PC e ao macOS.
Sobre o jogo
Uma carta guardada num PC herdado do tio pede ajuda num caso de desaparecimento: um adolescente sumiu, e as respostas estão no próprio computador. Em Desktop Explorer, a investigação inteira acontece na tela de um sistema operacional dos anos 90, entre perfis de usuários abandonados e softwares antigos.
A investigação
Os enigmas saem das ferramentas do próprio sistema, e pastas de arquivos, históricos de conversa e aplicativos corrompidos viram material de investigação. O computador vem ainda com jogos clássicos instalados e com um amigo animado, o Pizarro. Entre os programas há um jogo de enigmas também chamado Desktop Explorer, e ele tem um papel maior na história do que aparenta.
Clima de terror
Além da área de trabalho, o jogo leva a cenários em 3D de visual retrô, embalados por trilha original e pelos ruídos de computador antigo. O terror é psicológico, e a história trata de luto na família, depressão, trauma, automutilação e suicídio, segundo o aviso de conteúdo do estúdio.
Quem fez
É a estreia da Recurring Dream, estúdio independente do México com integrantes espalhados pela costa oeste da América do Norte. O projeto começou entre amigos de faculdade, levou três anos e recebeu financiamento da Outersloth, o fundo da Innersloth, de Among Us, para jogos independentes. Segundo o estúdio, tudo foi feito pela própria equipe, sem IA generativa.
Lançamento
O jogo chegou em 17 de julho de 2026 ao PC e ao macOS, pela Steam. A demo com o capítulo de abertura continua disponível na loja.
Para quem gosta de mistério de detetive e tem saudade dos computadores de antigamente, é uma herança que vale abrir.