Remake do DRAGON QUEST VII, RPG por turnos com heróis vindos de bonecos reais. Chegou em 5 de fevereiro de 2026 a PS5, Xbox Series X|S, PC, Switch e Switch 2.
Sobre o jogo
Num mundo com cara de maquete, a aventura abre com uma peça só sobre o tabuleiro: a ilha de Estard. As outras voltam ao presente uma a uma, sempre que o grupo fecha no passado o episódio daquela ilha, e é assim que se completa o mapa deste remake da Square Enix com a HEXADRIVE.
Do jogo lançado no PlayStation em 2000, o enredo chega mais enxuto, e os personagens mudaram de matéria: antes de virar modelos 3D, foram bonecos feitos à mão.
O caminho até as ilhas perdidas passa por fragmentos de tábua, e do outro lado está a época em que um inimigo as selou. Quem atravessa é um trio com o traço de Akira Toriyama: o filho de um pescador, o príncipe Kiefer e Maribel, filha de um prefeito.
Vocações em dobro
A Monster Master, vocação estreante, traz monstros para o lado do grupo, e o Moonlighting deixa somar a ela uma segunda vocação no mesmo personagem. A luta é por turnos, mas o mapa resolve parte do trabalho antes: os inimigos andam à vista, e os que estão abaixo da força do grupo saem do caminho ali mesmo, sem batalha.
Lançamento
Veio depois de outro remake, a versão de Nintendo 3DS, que saiu em 2013 no Japão e em 2016 no Ocidente. Este reuniu cinco plataformas no mesmo dia, com edições nativas de Switch e de Switch 2 vendidas em separado, e quem levou a Digital Deluxe Edition começou a jogar 48 horas antes, em 3 de fevereiro.
O trio cresce no caminho, e Ruff, Aishe e Sir Mervyn também entram na viagem.