Roguelite de cavar neve com um sapo de cachecol, obra de um só desenvolvedor ucraniano. Chegou em 7 de maio de 2026 a PS5, Xbox Series X|S, PC e Switch.
Sobre o jogo
O sapo de Froggy Hates Snow odeia neve, e o mundo dele é quase todo feito disso. Longe da bolha de calor de casa, cada minuto pesa: dá para cavar mais um pouco atrás de gemas, com criaturas de obsidiana rondando, ou voltar antes que o frio vença.
A neve como terreno
Segundo o criador, o mapa é um grande relevo de neve que baixa em tempo real a cada escavação. A picareta e a furadeira vencem o gelo, a dinamite limpa um raio curto, o lança-chamas derrete neve e gelo e a pá, que também serve de arma, é a ferramenta básica.
Chaves, chefes e anomalias
Cada chave pede uma escolha: abrir um baú de tesouro ou guardá-la para a porta de fuga. A outra saída é derrotar o chefe do mapa, o caminho mais arriscado e, segundo o criador, o que mais rende artefatos. As zonas de anomalia, com provas curtas como resistir a raios e tornados, também pagam com artefatos, bônus permanentes ativos desde o início de cada partida.
São dez sapos jogáveis, cada um com um ataque próprio, da língua ao taco de beisebol. Corujas, pinguins, toupeiras e pequenos robôs dão uma mão na jornada. Quem prefere só cavar pode ligar o modo pacífico, que tira as ondas de inimigos de cena.
Lançamento
O jogo chegou em 7 de maio de 2026 ao PlayStation 5, ao Xbox Series X|S, ao PC e ao Nintendo Switch, com publicação da Digital Bandidos. Por trás da Crying Brick está Serhii Riabtsev, desenvolvedor ucraniano que criou o jogo sozinho.
Na Steam e no Switch, os textos incluem português do Brasil. A demo segue no ar, e o progresso dela passa para o jogo completo.
Para quem gosta de roguelite e de bicho fofo em apuros, a neve sempre tem mais um tesouro para desenterrar.