Defesa de torres roguelike com deckbuilding e anões mineiros, da escocesa Ant Workshop. Chegou em 29 de maio de 2026 a PC, PS5, Xbox Series X|S e Switch.
Sobre o jogo
A nave caiu, e os anões da Stout Hammer se espalharam pelas galerias de uma lua dominada pelos slimes. Em Into the Slimy Mines, publicado pela Wales Interactive, o resgate vira um dilema de engenharia: o túnel que leva até um colega desaparecido é o mesmo por onde a gosma vai passar.
Cartas na mina
O baralho, que cresce com cartas avulsas e pacotes comprados na loja, é a caixa de ferramentas da expedição. Dele saem as escavações, as 26 torres e as construções que sustentam a operação, como a broca que transforma minério em dinheiro. Evoluir uma peça é questão de repetir a carta sobre ela, e para os apertos com a onda já em curso há 15 cartas de gadget.
Entre uma descida e outra
A guilda dá o tom de cada partida, entre Anvil, Warhammer e Pickaxe, e a plataforma de perfuração, escolhida entre seis, aceita até 30 acessórios. São 30 pontos de escavação em seis biomas, e 17 melhorias permanentes acompanham o jogador de uma tentativa para a outra. A história do capitão Firebeard e da tripulação se revela em até 20 datapads, e a F.O.R.G.E, inteligência artificial da nave, entra no elenco.
Lançamento
O jogo chegou em 29 de maio de 2026 ao PC, pela Steam, ao PlayStation 5, ao Xbox Series X|S e ao Nintendo Switch, com textos em português do Brasil. Na Epic Games Store, a estreia foi em 1º de junho. A Ant Workshop, de Edimburgo, repete com a Wales Interactive a parceria de Into the Restless Ruins. Em setembro, o jogo virou finalista do TIGA Games Industry Awards 2026 em três categorias, entre elas a de estratégia.
Para quem gosta de defesa de torres com baralho na mão, a tripulação da Stout Hammer espera resgate lá no fundo.