Aventura narrativa da série OPUS, em que uma câmera analógica guia um fotógrafo entre espíritos. Chegou em 16 de abril de 2026 ao PC, ao Switch e ao Switch 2.
Sobre o jogo
Eugene tem 40 anos, é divorciado e já foi fotojornalista. A caminho da cidade natal, um acidente o leva às Dusklands, um mundo sereno que parece se desfazer aos poucos. OPUS: Prism Peak, do estúdio taiwanês SIGONO, acompanha essa volta para casa pela lente de uma câmera analógica, ao lado de Ren, uma menina que quer chegar ao alto da montanha.
Fotos que devolvem memória
Os espíritos com forma de animal que vivem ali estão perdendo a memória, e o corpo deles vai ficando transparente. Uma foto bem tirada traz as lembranças de volta, e cada encontro vira pista. A câmera pede atenção ao enquadramento, ao foco, à exposição, aos filtros e ao momento do clique.
Braseiros e runas
Pelo caminho, os braseiros sagrados propõem desafios fotográficos e dão em troca itens da história, filtros e kits de manutenção da lente. Fotos e conversas vão para um caderno antigo, onde runas são decifradas e a verdade sobre aquele mundo vai se montando. As escolhas aproximam os espíritos de Eugene e levam a finais diferentes.
Lançamento
O quarto jogo da série OPUS chegou em 16 de abril de 2026 ao PC, pela Steam, ao Nintendo Switch e ao Nintendo Switch 2, publicado pela japonesa Shueisha Games. A estreia estava marcada para 26 de março e passou para abril, para as três versões saírem juntas. Na Steam, o jogo roda também no macOS.
Os textos estão em oito idiomas, com vozes em inglês, japonês e chinês. A trilha conta com Kevin Penkin, de Made in Abyss. A Shueisha Games anuncia ainda uma versão de PlayStation 5, sem data.
Para quem gosta de histórias delicadas e de olhar o mundo com calma, a montanha das Dusklands espera no último quadro do filme.