Tática por turnos em que Cleópatra e Einstein enfrentam répteis que invadem a linha do tempo. Chegou em 23 de abril de 2026 ao PC e ao Nintendo Switch.
Sobre o jogo
Cleópatra, Robin Hood e Albert Einstein no mesmo esquadrão, contra dinossauros ciborgues. Em Reptilian Rising, publicado pela Numskull Games, uma invasão de répteis rompe a linha do tempo, e a resposta é convocar figuras históricas para batalhas por turnos com visual de miniaturas de mesa dos anos 1980.
Heróis de todas as eras
São mais de 20 heróis recrutáveis, da história, da mitologia e de outras fontes, de Júlio César a Einstein. As batalhas atravessam sete eras, da aurora da humanidade a um futuro distante. O combate é reativo: cada ataque provoca uma reação do inimigo, e por isso a ordem das jogadas, o terreno e a combinação entre heróis pesam na luta.
O tempo como arma
Clones de tropas, reforços e portais que encurtam o mapa saem todos da mesma reserva de energia temporal. Do outro lado estão os Manborgs, os Lazer Raptors e o Tri-Cannon, de três cabeças, até o Dictatorsaur, um dinossauro gigante que abriga três dos piores vilões da humanidade. São nove lutas contra chefes.
Os campos de batalha mudam a cada partida, e as missões se ramificam, com objetivos bônus para quem voltar a elas.
Lançamento
O jogo chegou em 23 de abril de 2026 ao PC, pela Steam, e ao Nintendo Switch, em versão que também roda no Nintendo Switch 2. A campanha é para um jogador, com dificuldade ajustável e textos em sete idiomas, entre eles o português do Brasil. O desenvolvimento é da Gregarious Games e da Robot Circus, com a Hyper Luminal Games.
Para quem gosta de tática por turnos com bom humor, Cleópatra e Einstein já estão a postos.