Roguelite tático por turnos de frotas espaciais, sem grade e com naves de 14 facções, feito por um desenvolvedor só. Chega em 1º de dezembro de 2026 ao PC.
Sobre o jogo
Os comboios da sua frota agora param em Greywall, fortaleza do almirante Edric Vance, da própria Aliança. A resposta, em The Last Admiral, é romper com ela levando quatro naves. O caminho vai da Borda Exterior ao Núcleo Galáctico, e quem espera lá, os Sehn, veio de mais longe: de fora da galáxia.
O espaço joga junto
Sem grade para prender as naves, é o cenário que entra na luta. Um asteroide é trincheira para a nave que atira e se recolhe no mesmo turno, e é cofre quando tem veio brilhante: partido a tiros, paga na hora. O perigo do mapa vira munição quando um raio trator ou um gancho de arpéu arrasta a nave inimiga para campos minados, tempestades e buracos negros.
A frota que fica
O que uma run leva embora é o mapa do setor, gerado de novo a cada tentativa, e os níveis de naves e módulos. A frota fica, e até nave destruída continua sua. Ela cresce com o espólio: os cascos de uma facção entram na sua linha de produção depois que as frotas dela caem. Ao todo, são 85 cascos, cada um com habilidade própria.
Lançamento
The Last Admiral chega em 1º de dezembro de 2026 ao PC, pela Steam, com interface e legendas em português do Brasil. O jogo é obra de um desenvolvedor só, Brandon, da Pizza Pizza Games. Quem fecha os quatro setores da campanha leva a frota para a Campanha infinita, um dos dois modos infinitos.
Para quem gosta de tática por turnos e de montar frota peça por peça, a viagem até o núcleo parte em dezembro.