Autobattler de frotas espaciais da Positech, sucessor espiritual de Gratuitous Space Battles. Chega em 16 de novembro de 2026 ao PC, em acesso antecipado.
Sobre o jogo
Cruzadores, fragatas e caças tomam posição numa grade, todos equipados pelo jogador. Iniciado o combate, a frota luta sozinha com uma missão dupla: destruir a armada alienígena inteira e barrar cada nave inimiga antes que ela chegue aos planetas natais.
Antes do primeiro tiro
Cada nave nasce de um casco, de caça, fragata ou cruzador, e dos módulos que o jogador escolhe: armas, defesas e apoio, como reparo, camuflagem e iscas. Na grade, a frota entra em esquadrões de tamanho fixo: um cruzador, quatro fragatas ou 25 caças. As ordens definem o alvo, a distância e as condições para abrir fogo.
Na batalha
A formação avança em bloco, e as naves de trás ocupam o lugar das que caem na frente. Lasers, ondas de choque e explosões são, para a Positech, o centro do espetáculo. Segundo o autor, quem vence com uma frota menor marca mais pontos, e os pontos destravam armamento novo.
Campanha e desafios
A campanha é linear e tem memória: a nave que sobrevive a uma batalha continua na frota da seguinte. Para uma batalha isolada, há o modo escaramuça. Nos desafios online, frotas montadas por outros jogadores esperam quem consiga derrotá-las.
Lançamento
Ridiculous Space Battles estreia em acesso antecipado em 16 de novembro de 2026, no PC, pela Steam, com interface em inglês. Cliff Harris, fundador da Positech Games, na Inglaterra, projetou e programou o jogo sozinho, do zero, inspirado no Gratuitous Space Battles original.
Para quem gosta de vencer na prancheta e depois ver o plano explodir em laser, a frota já tem data para partir.