Roguelite de defesa de torres e gestão de nave espacial, da Konfa Games, estúdio de Despot's Game. Chega em 4 de novembro de 2026 ao PC e ao macOS.
Sobre o jogo
Em Hull Rupture, todo humano a bordo é substituível. D'Spota, a inteligência artificial ditadora no comando da nave de guerra, quer vingar a Terra destruída e conta cada tripulante como insumo da viagem, do trabalho nos módulos ao biorreator, onde gente vira combustível.
Crescer pesa
Cada bloco novo do casco, sorteado e encaixado em qualquer lado da nave, abre espaço para módulos, e cada módulo soma peso. A conta chega no mapa: a nave fica mais lenta, alcança menos estrelas por corrida, e o motor reforçado para compensar queima mais combustível.
Defesa no casco
O desenho do casco também decide o caminho dos alienígenas pela nave, e a defesa nasce daí: torretas nos trechos estreitos e humanos de prontidão como última barreira. Vencer costuma pedir 20 ondas cada vez mais duras e um chefe final, e cada torreta a mais é recurso a menos para a produção.
Mapa e modos
Cada corrida passa só por parte das estrelas do mapa, então a rota vira aposta entre mercados e eventos narrativos, com prêmios capazes de redesenhar a produção inteira. As três naves pedem estilos diferentes, e entre os seis modos há um sem combate, em que só a economia aperta.
Lançamento
Hull Rupture chega em 4 de novembro de 2026 à Steam, para Windows, macOS e Linux, com interface e legendas em português do Brasil entre os 11 idiomas. A Konfa Games, estúdio de Despotism 3k, Despot's Game e Slime 3K, volta ao mesmo universo com publicação da tinyBuild.
Para quem gosta de equilibrar produção e defesa sob pressão, a nave de D'Spota decola em novembro.