Sobrevivência e construção de cidades em pixel art na Roma em ruínas, para até oito jogadores. Chegou em 26 de maio de 2026 ao PC, em acesso antecipado.
Sobre o jogo
Um acampamento, algumas tochas e pedras carregadas nos braços: é com isso que se começa a reerguer Roma. A cidade caiu, os antigos moradores vagam como mortos-vivos quando escurece, e os deuses parecem ter perdido até a memória.
Uma cidade de cada vez
A Beartwigs montou o jogo para cortar a parte cansativa da sobrevivência, e ferramenta e arma nunca quebram. Tronco e pedra são objetos de verdade no mapa, levados nos braços ou numa fila de carroças, e no aperto uma pedra vira projétil.
Os sobreviventes resgatados assumem ofícios na cidade, como o de carpinteiro, que ajuda a terminar as obras. Com o Trading Post, as cidades trocam recursos entre si por rotas automáticas.
Deuses e masmorras
Escolher quais deuses restaurar é decisão do grupo, e pesa, porque cada um retribui com bônus e tecnologias próprios. O favor deles se conquista com oferendas, sacrifícios e feitos heroicos.
O mapa sai diferente a cada mundo criado e esconde chefes e masmorras com enigmas. Albert Säfström, cofundador da Three Friends, define o jogo como a perspectiva e o visual de A Link to the Past com a progressão de Terraria.
Lançamento
Romestead estreou em 26 de maio de 2026 no PC, em acesso antecipado na Steam, com três biomas e cinco chefes. É o jogo de estreia da Beartwigs, estúdio de Linköping, na Suécia, e sai pela Three Friends, editora fundada por veteranos de Minecraft, Valheim e Deep Rock Galactic. Em setembro, segundo o estúdio, passou de 500 mil jogadores e ganhou o selo Verificado no Steam Deck, e o quarto grande bioma já está em produção.
Sozinho ou com até sete amigos no mesmo mundo, há um império inteiro esperando para ser reerguido.