Automação de fábrica em 2D em que cada pixel do terreno tem física própria. Chegou em 13 de agosto de 2026 ao PC e ao macOS, em acesso antecipado.
Sobre o jogo
Num planeta ainda inexplorado, a primeira tarefa é modesta: peneirar ouro da areia. Daí em diante, a mineração vai fundo num mundo de biomas variados, em pixel art e totalmente destrutível, com artefatos de uma civilização antiga enterrados no subsolo.
Química de vizinhança
A linha de produção nasce de reações entre vizinhos, porque cada pixel responde ao que encosta nele. Molhar a areia é o caminho para o ouro, e até flores viram insumo quando o fogo entra em cena, com esteiras e canos ligando uma etapa à outra.
Exploração e mods
Pelo caminho, cofres de conhecimento pedem desafios, e a fauna local pode virar aliada. Quem quiser inventar a própria máquina tem suporte oficial a mods, com ferramentas para criar construções e processos novos.
Lançamento
Sandustry chegou em 13 de agosto de 2026 em acesso antecipado na Steam, para Windows, macOS e Linux, com desenvolvimento da Lantto Games e publicação da Hooded Horse, a mesma de Manor Lords e Against the Storm. A previsão oficial é de cerca de um ano nessa fase, e a 1.0 deve trazer mais construções e cadeias de produção. A interface está em português do Brasil, entre 23 idiomas. O jogo é para um jogador, offline, e ocupa cerca de 1 GB, com SSD recomendado. A demo gratuita está na Steam.
A fábrica que começa num punhado de areia ainda vai crescer até a 1.0, e quem entrar agora acompanha cada peça nova chegar.