Tower defense com estratégia em tempo real e tiro em primeira pessoa, sequência de Artificial Extinction. Chegou em 10 de junho de 2026 ao PC.
Sobre o jogo
Visto de cima, o campo de batalha é um tabuleiro onde a base cresce peça por peça. Num instante, a mesma guerra passa para a altura dos olhos, de arma na mão. Artificial Extinction 2, obra solo do canadense Chris, da 100Hr Games, se joga nessas duas alturas.
IA contra IA
É uma guerra entre inteligências artificiais. De um lado, a que domina a Terra, com mechs, soldados robóticos e drones. Do outro, a que o jogador encarna, com uma base cercada de torres. Vencer é resistir, e quem segura a posição até o fim ganha o resgate da nave-mãe.
Engenharia e tiro
A base vive de minas e geradores, com metal, urânio e tório para extrair, e cada obra sai de um único drone construtor, escolha do criador para obrigar o jogador a planejar desde cedo. A pesquisa rende melhorias às torres e armas novas para quando a guerra desce ao chão. Chris diz perseguir um jogo meio a meio, metade estratégia, metade tiro.
A campanha tem dez fases feitas à mão, com elementos sorteados a cada partida. As vitórias abrem modos de desafio, e os placares globais medem quanto tempo cada um resiste.
Lançamento
Sequência do Artificial Extinction de 2020, o jogo chegou em 10 de junho de 2026 ao PC, pela Steam. A publicação é da 100Hr Games com a Gamersky Games. As vozes e as legendas estão em 14 idiomas, português do Brasil entre eles, e a demo gratuita segue na loja.
Desde a estreia, o jogo ganhou reforços. Em julho, chegou de graça uma missão bônus numa mata fechada. Em setembro, foi a vez de um mech aliado, que segue ordens ou é pilotado pelo próprio jogador.
Com mais mapas gratuitos nos planos do criador, a guerra das máquinas segue recrutando comandantes.