Estratégia de colônia e masmorra em fantasia sombria, com morte permanente no grupo. Chegou em 4 de setembro de 2026 ao PC e ao macOS, em acesso antecipado.
Sobre o jogo
A Guilda manda o jogador liderar uma expedição até uma terra estéril que uma erosão mágica deixou isolada. O alvo é a masmorra que dá origem às calamidades, e a missão se divide entre erguer um povoado naquele chão e descer cada vez mais fundo para destruí-la.
O povoado
No povoado, quem desenha a planta é o jogador, que traça cada cômodo como quiser. A pesquisa amplia o que dá para erguer e fabricar ali, e há campos para plantar.
A expedição
A CanOpener chama o jogo de estratégia hardcore, e a masmorra faz jus ao rótulo: quem morre não volta. O grupo leva até quatro personagens e luta em tempo real, com pausa. O traçado muda a cada expedição, e o risco cresce com a profundidade, assim como a raridade dos recursos.
Lançamento
Dungeon Settlers, publicado pela CanOpener com a WhisperGames, abriu o acesso antecipado em 4 de setembro de 2026, às 5h de Brasília, na Steam, para PC e macOS. A primeira versão trouxe as duas regiões iniciais e o Abismo, e a versão completa terá seis. A previsão é de cerca de dois anos de acesso antecipado, com atualizações regulares. Interface e legendas saem em dez idiomas, entre eles o português do Brasil, que entrou depois de uma enquete com a comunidade. Há demo na Steam, o jogo aceita mods, e o Steam Workshop está previsto ainda durante o acesso antecipado. As listas de desejos na Steam passam de 200 mil.
Com o Abismo aberto e outras regiões a caminho, a Guilda ainda vai pedir muitas descidas.