Automação de fábricas em primeira pessoa no espaço, sozinho ou em cooperativo. Chega em 12 de novembro de 2026 ao PC em acesso antecipado.
Sobre o jogo
Em Main Sequence, o império industrial que pode cruzar a galáxia nasce de uma nave de mineração solitária, num cinturão de asteroides. Só que tanta produção tem um preço: desperta uma rede de defesa alienígena muito antiga, para a qual o jogador vira alvo.
Projetar, produzir, distribuir
Tudo o que voa ou orbita sai de um projeto do jogador, montado módulo a módulo, do reator às armas, da carga à decoração, e o projeto pode ser salvo e dividido com os amigos. Nas estações, máquinas ligadas por esteiras rolantes fabricam os itens que alimentam a pesquisa, e cada avanço libera naves, itens e melhorias. Com a produção engrenada, rotas automáticas e a frota cuidam do abastecimento entre as estações.
Fronteira e conflito
Cada sistema estelar, gerado de forma procedural, traz desafios de logística próprios e o que descobrir, de destroços a buracos negros e estrelas de nêutrons. Pelo caminho há facções da humanidade que podem virar aliadas e personagens com quem fazer negócio. Já a rede alienígena se enfrenta com a frota, na defesa da base ou no ataque às plataformas e aos estaleiros dela.
Lançamento
Main Sequence chega em 12 de novembro de 2026 ao PC, em acesso antecipado na Steam, com publicação da Mythwright. A Tumbling Dumpling Studio calcula cerca de 40 horas de conteúdo na estreia e prevê de um a dois anos até a versão completa. Em grupo, online ou em rede local, cada pessoa assume uma nave. Os textos saem em dez idiomas, entre eles o português do Brasil.
Para quem gosta de Satisfactory e Factorio, como sugere a própria página do jogo na Steam, novembro abre uma fronteira nova para automatizar.