FPS de hordas e loot do estúdio alemão Absturz Interactive, num 1923 tomado por alienígenas. Chega em 7 de dezembro de 2026 ao PC.
Sobre o jogo
Em Squid Hunt 1923, o soldado já chega morto ao front. Cada Hunter é um voluntário que doou o corpo à humanidade e foi reanimado para lutar. É ele quem entra nos portais de onde saem os Squid Heads, invasores de cabeça de lula, num mundo em que a Primeira Guerra Mundial nunca aconteceu.
Uma história alternativa
A linha do tempo do estúdio situa o primeiro portal em Sarajevo, em 1914, e põe Max Planck, Marie Curie e Niels Bohr para decifrar o inimigo. Daí nasce o Squid Hunt Program, que no outono de 1923 recebe a ordem de contra-atacar do outro lado.
Incursões curtas
Cada ida a uma das 50 arenas feitas à mão leva de três a cinco minutos, e o caminho de casa depende de quantos inimigos já caíram. Munição e vida ficam espalhadas pela arena, e o dash duplo com pulo duplo mantém o ritmo.
O quarto e o arsenal
O saque só se revela em casa. No quarto que o Programa reserva a cada Hunter, as caixas mostram o que guardam, e cada achado fica, vira sucata ou vai para o depósito. São 20 tipos de arma em cinco classes, com atributos sorteados. O Sequenciador de Portais funciona como um botão de aposta: subir o nível endurece a arena e engorda o saque.
Lançamento
Squid Hunt 1923 chega em 7 de dezembro de 2026 ao PC, pela Steam. Em junho, o estúdio trocou o acesso antecipado pela estreia já na versão completa e deixou um playtest gratuito aberto na loja até lá. O jogo é para um jogador, com textos em sete idiomas, português do Brasil entre eles. Segundo a declaração do estúdio na Steam, música e traduções foram feitas com IA.
Para quem gosta de tiro ligeiro e de ver o arsenal crescer a cada volta, a caçada começa em dezembro.